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09/12/2016

| O poncho com capuz |

A ideia era comprar um casaco que me permita sobreviver àqueles dias em que está tanto frio que só a ideia de pôr o corpitxo* na rua já congela.
Acabei por encontrar este poncho em malha e, embora não seja grande fã da versão tradicional, adorei a originalidade deste modelito.

Update: entretanto já comprei um casaco também (shame on me).  

* Como diria a Beatriz (Gosta, para os distraídos)









Poncho e mala comprados no comércio tradicional, calças Zara, camisola Suiteblanco, botins Primark 

07/12/2016

| Objeto de desejo |

Vocês já sabem que sou maluquinha por cremes e só esse argumento bastaria para fundamentar a paixoneta à 1.ª vista que senti por estes meninos. 
Para piorar adoro as embalagens (ou packaging, em versão chique): são simples, chamativas e muito, muito bonitas.
Para piorar um bocadinho mais, cada um custa cerca de €30,40, o que não seria trágico se eu não necessitasse urgentemente de todos. É que, apesar da juventude de espírito da minha pele, já cá cantam mais de 40, e isso é desculpa razão para abusar de todos os truques e séruns e bálsamos e óleos e antis-qualquer-coisa que existam por aí.      

03/12/2016

| Crónicas da vida airada (ou não) #16 |

Há uns tempos estive num programa de televisão a falar sobre a minha opção de não ter filhos. E fui convidada para falar sobre o tema porque, segundo me explicaram, não há muitas mulheres a assumi-lo frontalmente.
Faz-me uma certa confusão que nos dias de hoje ainda existam este tipo de receios, que as pessoas não assumam e defendam as suas ideias e opiniões, principalmente numa questão tão pessoal quanto esta.
No tal programa perguntaram-me quando é que tive a noção de que não queria ser mãe e não tenho uma resposta para isso. Lembro-me sim de ter p'raí uns 16 anos e, numa conversa com a minha mãe, ela ter dito algo como quando tiveres os teus filhos, ao que respondi de imediato (lembro-me como se fosse hoje) não vou ter filhos (não vou desenvolver aqui o princípio de crise de pânico que provoquei na minha mãe com tal afirmação, porque não é relevante, mas na altura foi giro de se ver).
Entretanto cresci e a minha vida seguiu por um rumo em que a questão dos filhos não se colocou, nem aconteceu e, neste momento, estou perfeitamente resolvida em relação a esse aspeto.
E é importante que percebam que adoro crianças. Acho até que se fosse mãe ia ser uma chata do caraças, porque sou muito protetora daqueles de quem gosto, mas não me posso permitir equacionar a ideia de ser mãe porque a sociedade ou a família acha que isso é o que deve acontecer, porque é a minha vida que está em causa. E se não sou eu a decidir o que quero para mim, que raio de mulher sou eu?
Não são raros os casos em que há mulheres que são mães devido à pressão externa, e isso deixa-me triste, de certa forma, porque admiro pessoas que defendem aquilo que são, não obstante o quão difícil isso possa ser.
E não coloco em causa o amor extremo que as mães têm pelos filhos, o deixar de viver para si e passar a viver em função de outrém (que considero um dos sentimentos mais bonitos e nobres do mundo). Mas o mais importante de tudo, na minha opinião, é sermos fiéis a nós próprios. Custe isso o que custar. 

01/12/2016

| Natal low cost para ela |

À semelhança do que fiz em relação aos meninos, escolhi presentes abaixo dos 20€ porque, não obstante não pareça, o que menos importa no Natal são os bens materiais.
Escolhi objetos práticos e funcionais, as always. Ah, e também são bonitos, o que é um bónus. 😏

28/11/2016

| Outono com cor |

Se durante muito tempo não vestia amarelo, nos últimos anos deixei-me encantar e já tenho umas quantas peças nesta cor a alegrar-me o guarda-roupa.
Nesta camisola adoro o tom torrado e o estilo oversized, que continua em altas e, parece-me, está para durar. Enquanto fã da tendência, espero que esta perdure, já que estilo + conforto é uma conjugação da qual não me apetece abdicar.









Camisola e botins Primark, saia Blanco, 
shoulder bag Parfois, brincos Zara,
chapéu comprado no comércio tradicional

26/11/2016

| Café Barbieri |

Quando estive em Madrid descobrimos um café onde fomos almoçar, situado no Bairro de Lavapiés, pelo qual me apaixonei assim que entrei.
Em conversa com a empregada, ela explicou-me que o Barbieri foi construído em 1902, e todo ele tem uma aura que me deixou encantada. 
Pus-me logo a imaginar os bailes e as tertúlias que ali devem ter acontecido, os milhares de pessoas que por ali já passaram, as histórias e os segredos que o espaço deve esconder.
Além desse encantamento, é um local onde se come bem, o que, no país hermano, nem sempre é fácil.
Aqui ficam algumas fotos que, espero, consigam transmitir o ambiente intemporal e sedutor.








22/11/2016

| 7 dicas para renovar a decoração de uma casa |

Imagem: Pinterest

Volta e meia gosto de me dedicar à renovação da decoração da minha casa, sobretudo quando muda a estação, já que é maior a variedade de materiais e cores. Como até tenho um certo jeito e sensibilidade para a coisa, e aprecio as tendências de moda e de decoração, esta é uma tarefa relativamente fácil para mim, até porque a minha casa é pequenina. Contudo, e porque nem todos somos iguais, tenho noção de que há quem tenha alguma dificuldade em ter ideias para a decoração da casa, mesmo que queira fazer algo bem simples.
Como sou uma querida, estou aqui para vos dar uma ajudinha, com ideias práticas e criativas que podem aplicar nas vossas casas:

Adaptem as cores consoante as estações do ano
À medida que as estações do ano mudam as cores também se vão alterando, o que possibilita adaptações muito giras na decoração. Por exemplo, agora no outono, aproveitem para inserir laranjas, castanhos, rosas claros e cinzentos, em padrões ou usando-as como cores independentes. Mantas, toalhas, tapetes, almofadas, sofás, móveis, bibelots ou quadros são alguns exemplos onde podem aplicar estes tons acolhedores. 

Troquem as tintas pelo papel de parede
O que está a dar é o papel de parede, por ser muito mais fácil de colocar e por não estragar as paredes, ao invés das tintas tradicionais. Por isso, para as vossas pinturas interiores não há nada melhor do que escolherem um papel de parede à vossa medida, com padrões que representem a vossa personalidade e preferências.

Renovem os acessórios das divisões
Numa nova decoração, optar por acessórios diferentes, sejam mais modernos ou mais tradicionais, faz sempre parte. Neste ponto, o ideal é seguirem os vossos gostos, tentando não exagerar no número de adereços e criando sempre um bom equilíbrio visual.

Adoptem um tema na decoração
Esta é uma opção para quem gosta de arriscar um pouco mais. Se gostam do vintage, do estilo náutico, do estilo clean, do estilo rural, ou de outro qualquer, não tenham receio de aplicá-lo na vossa decoração, mesmo que possa parecer estranho aos vossos amigos. Até porque só vocês é que têm que gostar, certo? 

Restaurem os móveis
Se têm jeitinho para as pinturas e para a restauração, aproveitem os dias chuvosos para reciclar os vossos móveis e dar-lhes um novo look. Para além de ficarem com um novo mobiliário e pouparem algum dinheiro, ainda estão a ajudar o meio ambiente. Só boas notícias, portanto.

Dêem as boas-vindas à natureza
E que tal trazerem a natureza para dentro de casa, através de vasos de flores, de plantas e de jardins verticais? Acreditem que fica muito bonito, acho que dá logo um up a qualquer espaço. 
E como o Inverno não tarda a chegar, é preferível colocar tudo dentro de casa, para que as plantas possam crescer e desenvolver-se de forma saudável.    

Espalhem a família e os amigos nas paredes
Os amigos e a família podem também estar à vista nas vossas paredes, através de quadros e de molduras bem giras. Para fugir um bocadinho das fotos tradicionais de casamentos, etc. e tal (que, confesso, acho um bocadinho piroso), porque não fazem uma sessão – as fotos até podem ser tiradas por vocês – com o pessoal a fazer caretas, por exemplo? Fica a sugestão.

Estão a ver? 
Não custa assim tanto renovar a decoração de uma casa, mesmo que a imaginação não seja o vosso forte. No fundo, o importante é fazerem-no com alma e coração. Porque só assim faz sentido.

Post escrito em parceria com a Zaask.pt

20/11/2016

| Natal low cost para ele |

Se forem como eu, presentes de Natal ainda nem vê-los, não é? Quer dizer, já tenho dois encomendados, não está tudo perdido.
Quero ver se despacho a totalidade da coisa na próxima sexta-feira, que é uma Black Friday, perfeita para fazer as compras com descontos.
Como acho que é mais difícil encontrar presentes para homem, já que para nós há muitíssima oferta, comecei por eles, com propostas giríssimas e todas abaixo dos 20 euros.
Inspirem-se e não se atrasem! 😉 


18/11/2016

| Em modo azulejo |

Sou completamente apaixonada pelo azulejo português, enche-me as medidas, acho-o lindo demais. Não é de estranhar, por isso, que tenha adorado esta túnica, não só pelo padrão mas também pelas cores, já que este tom de verde é dos meus preferidos. E o melhor de tudo é que quando a descobri ela estava em promoção, com um preço irrecusável.
No domingo passado aproveitei para usá-la sem casaco (obaaaa!) porque o dia estava maravilhoso, a fazer lembrar a primavera.
Perfeito. 








Túnica e calças H&M, sapatilhas Stradivarius, clutch Vogue

16/11/2016

| Óbidos a preto e branco |

Há dias fui jantar a Óbidos e, mesmo já tendo chegado de noite, não pude deixar de tirar umas fotos, já que me encantam as ruas, casinhas, janelas e flores, tão características e pitorescas.
De noite transforma-se num local muito calmo (isto porque, quando cheguei, a vila estava cheia de turistas) e ainda mais romântico.
Como se não bastasse, além da companhia ser do melhor, foi lá que comi das amêijoas mais saborosas que já tive o prazer de provar, e bebi um tinto absolutamente delicioso (Quinta do Espírito Santo, para os apreciadores), pelo que só tenho coisas boas a dizer. 
A visitar vezes sem conta.








14/11/2016

| Crónicas da vida airada (ou não) #15 |

Uma das fotos de apresentação mais curiosas que encontrei no Tinder foi a de um rapaz que finge dar com um martelo num smartphone.
Entendo a ideia, o homem quer mostrar que é anti redes-sociais ou anti-net, ele é mais olhos nos olhos, mão na mão (sinto-me inspirada hoje).
E esse princípio é de louvar, acho que andamos todos um bocado marados com isto das novas tecnologias e a esquecer-nos do mais importante: as redes sociais (que, para mais, são falsas para caraças, porque vivem de uma realidade desfocada e manipulada, não é Facebook?) não podem nem devem substituir a presença e o toque. Há lá coisa mais saborosa do que uma conversa frente a frente ou um abraço apertado a alguém de quem gostamos? Pois... Sabe mesmo bem, não é?
Voltando à análise-sociológica-quase-científica da foto do Tinder, o princípio é muito bonito mas, pensando um bocadinho, há ali desconformidades que me fazem desconfiar que o rapaz é mais show off do que outra coisa qualquer.
Vejamos:
Na foto, o smartphone está pousado em cima de uma mesa e o rapaz segura o martelo, deixando-o a milímetros do ecrã. Ora, estou mesmo a ver a cena: Ó Toni, tira lá rápido a foto que se me dá um tremelique ainda faço um risco no ecrã! E esta merda custou-me os olhos da cara!
E lá se desvanece o princípio anti-tecnologia em menos de nada. Se o gajo fosse mesmo do contra fazia como os resistentes que andam a comprar telemóveis de 1833, que servem o essencial e cuja bateria dura uma semana, abençoada.
Mas o mais flagrante é que esta é uma foto que o gajo colocou no Tinder, uma app só disponível para smartphones. E só se pode inscrever no Tinder quem tenha conta no Facebook. 
Ou seja, para quem quer destruir o smartphone o rapaz está demasiado ligado como, de resto, quase todos nós.
A intenção é boa? 
Sim.
Convence?
Not really, mas isso sou eu que sou uma esquisita e estraga-prazeres, sempre a encontrar defeitos nas melhores intenções.