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30/12/2016

| Em vermelho (quase) integral |


Umas das tendências para este outono.inverno são os looks em vermelho integral. Fiquei logo toda contente, porque adoro, mas (com muito espanto) vi-me lixada nas lojas do costume para conseguir encontrar peças nesta cor.

28/12/2016

| Objeto de desejo |


Se é assumida a tara que tenho por objetos bonitos (especialmente se esse objeto é uma mala), encantam-me os objetos com história, com um significado qualquer.

26/12/2016

| Dos livros deliciosos |


'Creio que, numa relação, o beijo terá sempre de manter a densidade do primeiro, a história de uma vida, todos os pores-do-sol, todas as palavras murmuradas no escuro, toda a certeza do amor.'

22/12/2016

| Crónicas da vida airada (ou não) #17 |

Quando vos falei a primeira vez sobre o Tinder expliquei que se me aparecesse alguém que eu tivesse interesse em conhecer deslizava o dedo em cima da foto dessa pessoa para a direita, se não para a esquerda.
Mas há uma outra possibilidade ainda: se deslizar o dedo sobre a foto para cima estou a dar a essa pessoa um Super Like, que significa algo como és mesmo giro pá ou quero muuiiitooo encetar conversações contigo (isto, claro, é a minha visão, porque acho que quando os homens fazem um Super Like querem dizer és boa como o milho ou quero saltar-te para cima em menos de nada).

20/12/2016

| I'm totally out |


Se vos interessam temas como moda ou tendências, se fosse a vocês não perdia tempo com este post, porque não vão aprender nada.
Ai vão ler?
Então depois não digam que não avisei.

18/12/2016

| Pontuel |


Na passada quinta feira foi dia de usufruir de um voucher de desconto que tinha comprado para um jantar a dois no Pontuel, que fica em Leiria. 
Já tinha ouvido falar muito do restaurante mas nunca lá tinha ido, e só tenho coisas boas a dizer.

15/12/2016

| O casaco |


É isto que me fascina na moda: a capacidade que um criador tem de pegar num peça normal - um casaco - e transformá-la em algo único e especial.
Este casaco é absolutamente delicioso, com o seu corte perfeito e com o pormenor dos botões enormes a elevá-lo a supra sumo dos casacos.

11/12/2016

| Janis: Little girl blue |


Ouvi-a a cantar pela 1.ª vez teria p'raí uns 16 anos e fiquei deliciada com o vozeirão da mulher.
Depois descobri um vinil dela lá por casa (sim, porque o Sr. meu pai tem uma coleção de vinis de fazer inveja) e aquilo andou a tocar sem parar durante um tempo considerável.

09/12/2016

| O poncho com capuz |


A ideia era comprar um casaco que me permita sobreviver àqueles dias em que está tanto frio que só a ideia de pôr o corpitxo* na rua já congela.

07/12/2016

| Objeto de desejo |

Vocês já sabem que sou maluquinha por cremes e só esse argumento bastaria para fundamentar a paixoneta à 1.ª vista que senti por estes meninos. 

03/12/2016

| Crónicas da vida airada (ou não) #16 |

Há uns tempos estive num programa de televisão a falar sobre a minha opção de não ter filhos. E fui convidada para falar sobre o tema porque, segundo me explicaram, não há muitas mulheres a assumi-lo frontalmente.
Faz-me uma certa confusão que nos dias de hoje ainda existam este tipo de receios, que as pessoas não assumam e defendam as suas ideias e opiniões, principalmente numa questão tão pessoal quanto esta.
No tal programa perguntaram-me quando é que tive a noção de que não queria ser mãe e não tenho uma resposta para isso. Lembro-me sim de ter p'raí uns 16 anos e, numa conversa com a minha mãe, ela ter dito algo como quando tiveres os teus filhos, ao que respondi de imediato (lembro-me como se fosse hoje) não vou ter filhos (não vou desenvolver aqui o princípio de crise de pânico que provoquei na minha mãe com tal afirmação, porque não é relevante, mas na altura foi giro de se ver).
Entretanto cresci e a minha vida seguiu por um rumo em que a questão dos filhos não se colocou, nem aconteceu e, neste momento, estou perfeitamente resolvida em relação a esse aspeto.
E é importante que percebam que adoro crianças. Acho até que se fosse mãe ia ser uma chata do caraças, porque sou muito protetora daqueles de quem gosto, mas não me posso permitir equacionar a ideia de ser mãe porque a sociedade ou a família acha que isso é o que deve acontecer, porque é a minha vida que está em causa. E se não sou eu a decidir o que quero para mim, que raio de mulher sou eu?
Não são raros os casos em que há mulheres que são mães devido à pressão externa, e isso deixa-me triste, de certa forma, porque admiro pessoas que defendem aquilo que são, não obstante o quão difícil isso possa ser.
E não coloco em causa o amor extremo que as mães têm pelos filhos, o deixar de viver para si e passar a viver em função de outrém (que considero um dos sentimentos mais bonitos e nobres do mundo). Mas o mais importante de tudo, na minha opinião, é sermos fiéis a nós próprios. Custe isso o que custar. 

01/12/2016

| Natal low cost para ela |

À semelhança do que fiz em relação aos meninos, escolhi presentes abaixo dos 20€ porque, não obstante não pareça, o que menos importa no Natal são os bens materiais.
Escolhi objetos práticos e funcionais, as always. Ah, e também são bonitos, o que é um bónus. 😏